8 de Março: Dia Internacional da Mulher


A desigualdade de gênero nos ambientes laborais é uma realidade. Dados da PesquisaNacional de Amostra de Domicílios Contínua do IBGE demonstram as disparidadesencontradas no mercado de trabalho entre homens e mulheres. Veja-se a taxa de participação (%) no mercado de trabalho por sexo, Brasil, média trimestral (2012 – 2024): num recorte de 2020 a 2024…
Escrever sobre nossas vidas, enquanto mulher trans que vive no sul dopaís, em uma região interiorana, fronteiriça e profundamente marcada pelacultura missioneira, é escrever contra muitas camadas de silenciamento. Meucorpo, como o de tantas outras, nunca coube no silêncio esperado de quemnasce em territórios onde conservadorismo, religiosidade punitiva edesigualdades históricas moldam as relações sociais. Talvez…
O banco vermelho é uma campanha que teve origem na Itália, atualmente temos uma lei Federal, Lei nº 14.942 de julho de 2024, a qual prevê ao Projeto Banco Vermelho, ações de conscientização em lugares públicos e premiação de projetos no âmbito do Agosto Lilás, mês destinado à conscientização para o fim da violência contra…
Garantir o acesso à justiça e enfrentar a violência contra as mulheres é um compromissoinadiável de toda sociedade. Em um país marcado por desigualdades estruturais, reconhecer que gênero e raça influenciamdiretamente o modo como mulheres são tratadas nas instituições é fundamental paratransformar essa realidade. Nesse sentido, o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero e…
O Dia Internacional da Mulher Antimilitarista é celebrado anualmente em 24 de maio. A data, também conhecida como Dia Internacional das Mulheres pela Paz e pelo Antimilitarismo, foi estabelecida internacionalmente em 1980 durante uma conferência na Dinamarca e destaca a luta histórica de movimentos feministas contra guerras, conflitos armados, o aumento dos gastos militares e…
Quem viveu a popularização da televisão e a multiplicação de revistas semanais nas bancas durante os anos 1970 sabe que a imagem das mulheres nos meios de comunicação mudou muito e, sim, melhorou. Mas não se enganem, continua igualmente machista e segue reforçando a misoginia que estrutura nossa sociedade. É mais ou menos dessa época…